Programa de Residência Médica em Infectologia

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O Programa de Residência Médica do Instituto de Infectologia Emílio Ribas (IIER) foi o primeiro programa de residência médica em Infectologia no Brasil, sendo 1971 o ano da sua primeira turma. Credenciado no MEC (Ministério da Educação) desde 2004 (Parecer nº 7.618 de 07 de outubro), foi recentemente (novembro de 2014) revalidado pela Comissão Nacional de Residência Médica. Atualmente o Programa consta com 20 vagas por ano, sendo todas as bolsas pagas pela Secretaria de Estado da Saúde.

 

O Programa de Residência Médica em Infectologia do IIER tem como objetivo fundamental capacitar médicos na atenção especializada à saúde de crianças e adultos, tendo como base as habilidades técnicas necessárias para a prática clínica de Infectologia, o conhecimento das áreas afins e a visão priorizada para as questões inerentes à Saúde Pública. A capacidade de gerenciamento e comunicação aliada à atualização constante e o estímulo à produção científica despontam como objetivos complementares a serem alcançados pelo médico residente ao longo do curso, assim como a busca pelo compromisso com a ética e a postura digna de um profissional humanista e humanizado (Regimento Interno, artigo 2º).

 

Desenvolvido ao longo de três anos (com acesso direto - não é necessário um ou mais anos de Residência Médica em Clínica Geral como pré-requisito), o primeiro concentra-se em rodízios com formação mais generalista, concebido através de alguns estágios no Hospital Universitário (HU), no Serviço de Cuidados Paliativos no HC-FMUSP, além do Pronto Socorro, UTI, Pediatria, SADT (laboratório, imagens, endoscopia e patologia), epidemiologia e ambulatório de Especialidades (cardio, pneumo, endócrino, psiquiatria, hemato, dermato e nefro) no próprio IIER. Nos demais anos são abordados os temas específicos em Infectologia, com programação teórico-prática em enfermarias de adultos, PS e UTI, ambulatórios de sub-especialidades (hepatites, tropicais, fungos, tuberculose, hanseníase, DST etc), hospital-dia, abordagem de doenças de notificação compulsória, epidemiologia hospitalar e controle de infecção hospitalar e de antimicrobianos.

 

Ao médico residente do IIER estão assegurados todos os direitos previstos em lei, a saber: o pagamento de bolsa, acesso a moradia (conforme critérios já bem estabelecidos), refeições, o limite de 60 (sessenta) horas semanais de trabalho com folga semanal de 24 horas  e  30  (trinta)  dias  consecutivos  de  férias  por  ano, o  descanso  de  6 (seis)  horas

Distribuição dos ex-Residentes e Estagiários do IIER pelo Brasil - Estimativa, 2015

Distribuição dos ex-Residentes e Estagiários do IIER pelo mundo - Estimativa, 2015

consecutivas iniciadas imediatamente após o cumprimento do plantão noturno, licença de gala (para casamento), maternidade e paternidade, nojo (falecimento de parentes), além de outras garantias (licença saúde, afastamento para congressos etc) regulamentadas no Regimento Interno do Programa.

Secretária Mônica Dias

Tel.: (11)3896-1281

São critérios para o cálculo da nota final anual de cada Médico Residente (submetidos a pesos distintos): a média das avaliações dos Campos de Estágio, a média das provas trimestrais e um "bônus” atribuído por uma Escala de Atividades e Atitudes, acrescentado à nota final anual. Além disso, é necessário ter frequência de 100% (salvo justificativas bem documentadas) e elaborar, apresentar e ter aprovada uma monografia original para que o residente obtenha o certificado de conclusão do curso.

O Setor de Residência Médica do IIER responde à Diretoria de Ensino e Pesquisa e é formado por um médico (Encarregado do Setor) e um Oficial Administrativo com vínculos específicos, além de 8 (oito) médicos preceptores que exercem, dentre outras, funções de tutoria. A Comissão de Residência Médica (COREME) do IIER é regida por regimento próprio, devidamente aprovado.